Amarelofolha – sonoridade em alta resolução
25 nov 2010 Deixe um comentário
Release:
A BANDA – amarelofolha trabalha no encontro do popular com o alternativo. O projeto da banda vai além das musicas próprias e resgata a música brasileira de ontem e de hoje. Nascida e criada na metrópole a banda formou sua identidade utilizando elementos diversos dos principais gêneros musicais do Brasil.
A TRAJETÓRIA – Desde sua primeira formação, em meados de 2002, já se apresentou em diversos festivais, casas de shows e projetos culturais, tanto os realizados pela prefeitura de São Paulo como por organização própria. Possui três CDs: PAZ (2006), Labuta (2008) e Balaio (2009). Atualmente trabalha em seu próximo álbum.
O SHOW – Viagem musicada pelo Brasil, da metrópole ao sertão, do fino da bossa à rima certeira, da harmonia das cordas ao sopro penetrante dos metais, do som simples e intenso da percussão às vozes furiosas dos fãs, cada vez mais numerosos, cantando junto – isso é amarelofolha.
FORMAÇÃO
Ale – Contra Baixo
Felipe Damião – Guitarra, Vocal e Trompete
Gorhi – Violão e Backing Vocal
Layla – Vocal e Percussão
Marcelo Tuxo – Bateria
Marquito – Guitarra e Backing Vocal
A Praça do Bom Parto
25 nov 2010 Deixe um comentário
Esta é a Praça.
Cheia de verde, oferece espaço de sobra para melhor qualidade de vida, no centro do bairro do Tatuapé.
Cercada por bares e comércio de responsa como a banca de frutas, de revistas 24horas, bancos e farmacias, é de facíl acesso e considerada ponto de encontro pelos moradores.
As atividades no Bompas (como alguns a chamam) são as mais variadas: tanque de areia e brinquedos para as crianças; mesas para jogos de dominó e baralho (área sempre bem disputada); espaço para skate, bicicletas e patins; para passear com seus bichinhos de estimação; e o espaço perfeito para um grande encontro de culturas, como é o Bongô da Praça.
Esse é o nosso lugar. Essa é a nossa praça!
Revista Veja faz materia sobre o Bairro do Tatuapé
25 nov 2010 Deixe um comentário
Tatuapé: para lá e para cá do bonde
Nos anos 20, bairro era dividido pelos trilhos: de um lado ficavam as chácaras; do outro, as fábricas
Por Fábio Sanchez | 15/09/2010
Operários no eixo ferroviário centro-Penha, em 1916: rumo à industrialização
por Guilherme Gaensly/Instituto Moreira Salles
A linha de bonde que atravessou o Tatuapé ao meio, por volta de 1875, também dividiu o bairro em passado e futuro. Ao norte dos trilhos surgiriam, nas décadas seguintes, chaminés de fábrica e vilas operárias, no movimento de industrialização que mudou a cara de São Paulo. Ao sul da ferrovia ficaram as antigas chácaras, resquício da época em que toda aquela área, nas várzeas do Rio Tietê e do Córrego Tatuapé, era dedicada ao plantio de uvas.
Revista Alô Tatuapé

Padaria Lisboa, no Tatuapé, em 1952
Difícil pensar em um vinho feito no Tatuapé, mas essa foi a principal atividade econômica da região por três séculos. A primeira vinícola paulista foi inaugurada ali pelo explorador Brás Cubas, em 1560. Em 1876, o presidente da província de São Paulo, João da Silva Carrão, convidou dom Pedro II a visitar sua casa, no Sítio do Capão Grande do Tatuapé, e provar um tinto tatuapeense. Livros de história registram que o imperador foi, bebeu e gostou. Carrão hoje é lembrado por batizar o distrito vizinho. A viticultura teve sua última fase no começo do século XX, com a chegada de imigrantes italianos como Benedecto Marengo e seu filho, Francisco. A família Marengo foi a primeira a produzir uvas niágara no Brasil e acabou batizando logradouros do bairro, como as ruas Francisco Marengo e Emília Marengo (mulher de Francisco). Mas, quando os italianos chegaram para trabalhar em pequenas lavouras, a linha do bonde já cruzava o cenário, sinalizando a chegada de um novo tempo.
Gazeta do Tatuapé

Praça Silvio Romero, em 1955
O eixo ferroviário centro-Penha serviu para guiar a industrialização na Zona Leste da capital. A partir da década de 20, chaminés de fábricas como a química Duperial e a tecelagem Tatuapé tornaram-se parte do bairro. As vilas operárias concentraram um público de assalariados na região. Não era uma área nobre da cidade, mas contava com modernidades como luz elétrica e serviços de saúde. Para atender a massa de consumidores surgiram instalações comerciais, que conheceram seu primeiro apogeu na Avenida Celso Garcia dos anos 60 e 70. A avenida chegou a ter cinco cinemas e foi um centro comercial, com grandes lojas e galerias. Hoje está degradada, com casarões que viraram cortiços. A retirada da unidade da Febem do bairro não foi suficiente para modernizá-la.
A nova explosão residencial e comercial ignora a Celso Garcia e espalha-se por outras vias. Ocupa os galpões industriais que começaram a se esvaziar nas décadas de 80 e 90 e áreas quase virgens, como a da fazenda comprada em 1911 pela educadora Anália Franco — o Jardim Anália Franco. A Rua Tuiuti, que cruza a Celso Garcia, é exemplo de como o comércio de rua perdeu espaço, mas não se rende. Há um segredo interiorano para manter os clientes enquanto os shopping centers pipocam no entorno. “A gente conhece toda a família e recebe as pessoas como se estivesse em casa. O cliente volta sempre”, diz Camal Chaim, com a autoridade de quem dirige uma loja de roupas masculinas que funciona há 59 anos no número 1164 da Tuiuti. A estratégia requer tempo, mas o tiro é certeiro. “Comecei como cliente com o pai do Camal, e o filho também é muito simpático”, conta Nelson Palhari, 82 anos, que fez sua primeira compra no lugar em 1960. A memória do bairro está bem preservada pelos senhores aposentados que passam o dia jogando damas, baralho e dominó nas praças Silvio Romero e Nossa Senhora do Bom Parto. “Quando a gente suava para convencer a mãe a nos deixar ir à matinê ou às quermesses da Bom Parto, andar pelo Tatuapé era muito romântico”, diz Maria da Glória Gonçalves, há 74 anos no bairro. “Os jovens ainda passeiam para se divertir nos mesmos lugares, mas agora existe mais comércio.”
Gazeta do Tatuapé

Casa do Regente Feijó, em 1910
Com 83 anos de vida no Tatuapé, Antonio da Silva Fernando diverte-se na Silvio Romero desde a juventude. Em 1943, ajudou a criar o Record Futebol Clube, sediado no local onde hoje está o Magazine Luiza. No lugar da Padaria Lisboa ficava… a Padaria Lisboa. Fundada há 97 anos na esquina da Praça Silvio Romero com a Rua Isidro Tinoco, mudou pouco na aparência e na freguesia. Todo mundo se conhece. “Aqui é uma cidade do interior. É impossível andar na rua ou no shopping sem cumprimentar uma dezena de amigos”, afirma Flávio Roveri Martins, neto do fundador da padaria e dono de uma importadora aberta no prédio vizinho.
Fonte: http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2182a/tatuape-historia
Tatuapé e suas teorias históricas. Qual o real significado do nome do bairro?
25 nov 2010 Deixe um comentário
Significado do nome Tatuapé, por Valdemar Vello (gvello@gmail.com)
Texto publicado na íntegra, recebido em 07/11/2010.
Sempre me inquietou a afirmação de que o nome Tatuapé, de origem indígena, provinha de tatu, referindo-se ao animal. Dois argumentos sustentam minha preocupação em desvendar o significado do nome Tatuapé e reforçar que essa crença no “caminho do tatu”, por ser popular é, portanto, ingênua e desprovida de reflexão, por seu caráter histórico e, sobretudo, antropológico, quase sempre relegado e, nesse caso, até mais importante. Esses argumentos são:
1. Os topônimos indígenas se firmavam em situações perenes, não mutáveis. Tudo que a vivência de nosso nativo julgava efêmero era excluído como referência dos nomes relativos à geografia, em particular. – Ver Dicionário Geográfico da Província de São Paulo, 1 ed., 1902, de João Mendes de Almeida.
“Pensando, como Villemain, que a língua de um povo é a forma aparente e visível de seu espírito, deliberei-me a conhecer a língua tupi, ainda falada na região brasílica quando esta parte da América foi descoberta em 1500.”
“Estudando essa língua, verifiquei que os nomes dados pelos indígenas da América às pessoas e às coisas, correspondiam exatamente à forma ou as outras qualidades dos indivíduos ou dos objetos nomeados. Aplicando o mesmo processo aos nomes de lugares, reconheci que, exatamente nessa nomenclatura, o indígena foi mais engenhoso.” (João Mendes de Almeida, op. cit. p. IX)
2. Os peabiru(s), antigos caminhos indígenas, que eram muitos, foram marcos para desvendar nomes de localidades, tanto as que já eram conhecidas antes da chegada dos europeus como para se iniciar uma pesquisa sobre os nomes das localidades surgidas no período quinhentista. Muitos desses caminhos primitivos tinham rios e ribeirões como sinalizadores dessas rotas que cortavam o território paulista, foco de nossa atenção. Os europeus, com a orientação de guias nativos, perpetuaram esses caminhos. – Ver A vila de São Paulo do Campo e seus caminhos, de Eudes Campos, in Revista do Arquivo Municipal, n. 204.
Amparado por esses argumentos exponho meu “parecer” e minhas “defesas”.
O parecer
A principal rota de Guaiaó, antigo nome da ilha de São Vicente, passando por Paranapiacaba, até chegar à região de fundação da cidade de São Paulo, nas proximidades do Tamanduateí e, portanto, do Tietê, o rio verdadeiro, está assinalada em rosa no mapa.
Esse caminho indígena, desde Ribeirão Pires, com traçado original praticamente preservado até nossos dias pela “estrada” de Sapopemba, segue pelas ruas da Mooca e Tabatinguera e do Carmo, finalizando no Pátio do Colégio.
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A extensão da “estrada” de Sapopemba é impressionante, pois abrange desde o bairro da Água Rasa, onde recebe o nome de avenida, até a rodovia Índio Tibiriçá em Ribeirão Pires. Só de “Sapopemba” são uns 30 km. Do Pátio do Colégio à Paranapiacaba são cerca de 50 km. Em verde é mostrada a extensão do rio Aricanduva com aproximadamente 20 km; uma rota um pouco mais difícil para chegar ao Tietê, que, bem provável, gerou a estrada do Rio das Pedras, sequência da atual avenida Conselheiro Carrão até São Mateus. Esses caminhos quase se equivalem em extensão. Pelo Tatuapé chegava-se mais a frente e por terreno alto e seco.
Para quem seguia o caminho principal no sentido litoral-planalto, o objetivo era chegar ao rio Tietê, pois ele se tornava, a partir daí, a referência de penetração no sertão e, também, rota para Potosi e Cuzco nos Andes, tal como fizeram os guaianá. – Ver Sumé e Peabiru, de Hernâni Donato.
Nesse mapa atual está destacado, também em rosa, o trecho de Água Rasa à Casa do Tatuapé, marco histórico do bairro, bem próxima do curso original do rio, posteriormente modificado ou “retificado”. Esse é o caminho curto e que se alcança com a vista para chegar ao Tietê, vindo pela rota utilizada pelos primeiros europeus.
TATUAPÉ SIGNIFICA CAMINHO CURTO E VISÍVEL PARA CHEGAR AO TIETÊ.
As defesas
Defesa 1 – O nome dado ao animal TATU significa encurtado, pequeno. Esse nome vem de T-ATU. A letra T, anteposta, tem significado de “relativo a”. O vocábulo ATU significa encurtado. Portanto, T-ATU é nome para qualificar aquilo que é encurtado ou pequeno.
• Os povos guaranis* usavam ainda a forma TUA para significar CURTO, em vez de ENCURTADO.
• Em João Mendes de Almeida, op. cit. p. 249, há esta explicação: “Tatu, ‘pequeno’. De t, relativo, atu, ‘curto, pequeno, baixo’.” (O destaque em negrito é do articulista.)
Defesa 2 – O nome dado ao ribeirão TATUAPÉ, ou ao caminho junto desse ribeirão, significa caminho encurtado ou caminho curto. Ou, ainda, referindo-se a PÉ, como reforço dessa defesa, “lugar que se alcança com a vista” (ver João Mendes de Almeida, segundo Momtoya, op. cit. p. XXX ). Vale salientar que a cabeceira do ribeirão Tatuapé se inicia no espigão de Santa Clara, local muito alto de onde se pode perceber o Tietê “ao alcance da vista”.
Apresento duas possibilidades para o nome desse ribeirão:
a) T-ATU-APE de T-ATU, qualidade de encurtado, e de APE, caminho.
b) T-ATUA-PÉ de T-ATUA, reforço da qualidade de ser curto (muito curto), e de PÉ, lugar que se alcança com a vista.
Acrescento um detalhe às “defesas 1 e 2”.
No mesmo contexto, T-ATU pode também significar RASO (BAIXO). Ou ainda T-ATUA, “muito raso”. Significados que, restritos ao ribeirão, podem também explicar o nome “Água Rasa”, bairro pioneiro que se formou às margens do ribeirão TATUAPÉ, no início da atual avenida Sapopemba.
• Essa explicação justificaria melhor o nome TATUI, “rio de águas rasas” ou que se espraia.
*Sobre a denominação GUARANI, aproveito para lançar outra de minhas dúvidas: GUARANI não seria uma corruptela de GUAIANI, referindo-se a povos de origem GUAIANÁ? Essa consideração pode trazer novas pistas ao estudo desses povos. – Ver argumentos implícitos em Sumé e Peabiru, de Hernâni Donato.
Defesa 3 – De São Vicente ao planalto, percorrendo esse peabiru, o “desvio” pelo ribeirão Tatuapé era de fato um caminho curto para para alcançar o Tietê (em seu tempo, Braz Cubas “sabia” disso). Os guias nativos ao chegarem a ribeirão, muito provavelmente, apontavam o caminho curto de onde se avistava o Tietê dizendo: TATUA PÉ, TATUA PÉ…
• Dentre as suposições, prefiro essa, que condiz com os argumentos e defesas apresentados.
Defesa 4 – O nome Tatuapé, dado ao ribeirão, ou ao caminho, é bem anterior a povoação iniciada pelos europeus, que até poderiam posteriormente “caçar tatu” ou, ainda, seguirem os “caminhos do tatu”. Porém, aos nativos que deram esse nome, muito antes, o que valia era o verdadeiro significado de TATU, a qualidade de ser CURTO e, até mesmo, permitir VER O TIETÊ DE LONGE.
• O animal tatu era encontrado em toda parte e os caminhos de tatu eram inúmeros. Mas, para ir ao grande rio, esse era o caminho curto e que se alcançava com a vista. Único e perene naquele trecho do peabiru.
TATUAPÉ, o caminho curto e visível! Seguir o ribeirão Tatuapé era o menor caminho para chegar ao Tietê, que podia ser avistado de longe.
Esses argumentos também podem ser importantes para se afirmar que a região do Tatuapé foi das primeiras a serem desbravadas por europeus em território Piratininga; antes mesmo de se fixarem na colina do Pátio do Colégio. O Tietê pode ser responsável por isso.
Fonte: www.girafamania.com.br/fotografias/expotatuape.html
Confirmado: Femur Skateboard
01 nov 2010 1 Comentário
O inicio do grupo se deu por uma velha paixão: o SKATE, mas não só ele.
Homens que se conheceram crianças, visam um coletivo sustentável para campeonatos, estilo, meio ambiente, sociedade e muita aventura.
A Femur vem com força levando o nome do Tatuapé para varios campeonatos, entre eles o 8º OVERMEETING em BRASÍLIA – DF, onde conquistaram a medalha de 6º colocado na categoria Longboard iniciante.
Os meninos prometem.
Sem contar da reciclagem de material para reformas em skates e estampas para roupas exclusivas, que fixa a identidade e autenticidade do grupo.
” O melhor skatista do mundo é aquele que tem o maior sorriso no rosto enquanto está em cima do skate “
FEMUR SKATEBOARD
Traga 1 kg de Alimento!!
30 out 2010 Deixe um comentário
O alimento doado no evento será revertido para iniciativas de arrecadações que já acontecem na região. Como campanhas da Igreja Nossa Senhora do Bom Parto, da Ong Unit (Unidade Nacional de Inclusão de Talento), Grupo Escoteiro do Bairro, entre outros.
O Projeto Bongô da Praça também busca parceiros para doação de brinquedos, roupas de adultos e outros materiais para campanhas imediatistas.
Sobre o Projeto
21 out 2010 Deixe um comentário
Porque o instrumento é nosso som e a praça é nosso encontro
O Projeto presenteia o bairro com arte, cultura e lazer. Tem como objetivo principal identificar e unir pessoas que moram e freqüentam o bairro do Tatuapé, em praça pública, para experienciar atividades culturais e agregá-las como conhecimento. Busca também convidar artistas que realizam trabalhos fora desse perímetro para integrar-se ao local.
Como um evento sócio-cultural de lazer e entretenimento, o projeto promove a diversidade com arte, cultura popular e o espaço urbano.
Participam do evento: artistas, artesãos, estilistas, escultores, designers, atores, músicos, cineastas, fotógrafos, ONGs, produtores, moradores, comerciantes, prestadores de serviços, formadores de opinião, críticos de arte e imprensa.
As artes contempladas no evento são:
- Música
- Arte visual: grafite ao vivo;
- Arte manual – artesanato;
- Teatro de rua;
- Esporte e skate – manifestações “street”
Dia 28 de novembro de 2010
Largo Nossa Senhora do Bom Parto – Tatuapé – São Paulo
das 10:00 às 19:00 horas
GRÁTIS!!!
Traga 1 kg de alimento!!











